Arquivo para Julho, 2007
Alvoroço
Anda tudo num alvoroço cá em casa. O que será que se passa!?
Já ouvi falar em férias, praia, sol, escaldões, bodyboard, toalhas, pés de pato, boleia, não cabe… para cima de mil vezes!!
Onde é que esta gente vai? Pareceu-me que era só um que ia, mas os outros andam mais preocupados que quem vai. Será que também vou?!
Eu não quero ir! Lembro-me do ano passado fazer uma viagem de carro e não dormi nada nessa altura. Este ano quero ficar em casa sossegadinho!
Arre! Deixem dormir quem quer!
Cabeleireiro e manicure
Ontem fui ao cabeleireiro. Ou melhor, a cabeleireira veio até mim. Enquanto o gajo alto bem parecido me fazia a limpeza da casa a outra senhora simpática tratou de me estar a pentear. Fez-me um risco ao meio mas eu queria mesmo umas trancinhas.
Ainda pensei que me fossem tratar das unhas mas o tiro saiu ao lado.
Já agora, está calor ou é só impressão minha?
E vão uma, e vão duas…
Já lá vão quase duas semanas desde o último post.
Ando um desleixado, eu sei. Mas que querem, tenho tido muito que fazer. Agora mudam-me a roupa da cama mais de uma vez por semana e nunca deixam o raio da cama feita. Tenho de ser sempre eu a fazer aquilo ao meu gosto. Para não falar que o a areia do meu playground é nova. Esta parecem pequenos toros de madeira, mas, não o são. Estes partem-se muito facilmente e desfazem-se quando faço o xixi para cima deles.
Já vi que o blog já teve mais de 1000 visitantes e ainda não fiz a festa que prometi algures no passado.
Não pensem que me esqueci, apenas decidi adiar para o visitante 2000. Podem perguntar que eu digo…
Ando a tentar perceber como funciona html e javascript para fazer um script jeitoso que lance foguetes e essas coisas ao visitante 2000. Dessa forma ficavam logo avisados que a festa estava para breve.
Bem, espero chegar ao fim do Verão com mais de 3000 visitas, por isso, tratem de mostrar aqui o meu cantinho aos vossos amigos.
Em jeito de despedida, quero pedir desculpa por não postar mais regularmente, mas nem sempre apanho o computador ligado e neste aqui (na casa de férias) não chego ao botão para o ligar…
Cama nova, buraco quase feito
Como devem estar a pensar, o titulo não tem nada de lógico e muito possivelmente não irá ter nada a ver com o conteúdo deste tópico (ou a falta dele).
Hoje foi dia de limpezas. Mudei a roupa da cama, lavei a casa de banho com detergente (ainda me falaram em lixivia, mas achei que era perigoso) e fiz mais umas quantas coisas que não vale a pena referir.
A roupa da cama teve de ser mudada porque, por incrivel que pareça, a anterior foi completamente destruida por 1 animal de 4 patas às manchas. Chamaram-lhe Max! Não percebi muito bem o que era aquilo, mas também não me preocupei muito, até porque ele tem vindo todos os dias visitar-me.
A questão do buraco não tem nada a ver com o facto de eu ter feito limpezas. Antes pelo contrário. Já ando há algum tempo a planear a fuga e desta vez acho que se vai realizar. Tenho um buraco quase feito para fora da prisão onde me encontro. Mais uns dias e já deve dar para sair.
Entretanto houve um precalço na cozinha. Ao que parece partiram a torneira e inundaram aquilo tudo. Já não sou o único a conseguir a proeza de inundar a cozinha. Tenho de pensar em qualquer coisa nova para fazer. Não gosto de imitadores.
Circo e companhia
Andava eu com saudades do gajo alto bem parecido heis que quando (frase marada) ele aparece e vem brincar comigo.
Deixou-me andar à vontade pela casa toda e fez-me sempre companhia.
Só não percebi porque é que me andou a atirar ao ar. Aquilo até que é porreiro mas o meu estomago diz que não. Acho que mais umas voltinhas e estava o caldo entornado.
Ah! Fizeram-me fazer figura de palhaço. Deixaram a porta aberta e eu para sair empurrava com a cabeça, mas ela descia logo que eu parava de empurrar e depois caia. Sinceramente! Não se faz isto a ninguém.
Bem… beijinhos a todos, que já não vos via há uns tempos.
O que se passa?
O gajo alto e bem parecido esta semana não me ligou pevas. Não percebo o que se passa com aquele rapaz. Só foi ao pé de mim uma vez. O resto do tempo passava e nem olá dizia. Deve andar parvinho.